quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

PERDOE-ME SE EU CHORAR


Perdoe-me se o estio não mais existir
Se a álamo se acabar
Não fique mal se minhas palavras não prosseguirem
Perdoe-me se um dia eu chorar


 


Se a lida insana
Fizer do mundo um tropel
Tente achá-los bacanas
Para não tornar a vida cruel


 

As lágrimas nos fazem empalidecer
Os pensamentos bons nos fazem adejar
A ingenuidade atrasa o vencer
Perdoe-me se eu chorar






Se um dia eu delinqüir
Não venha me empenhar
Pois eu não vou me redimir
Vou apenas anelar





Se um dia eu aviventar
E encontrar com a pena ausente
Não venha o mundo me criticar
Nascerá apenas mais uma semente





Se minha sorte for sujeita
E os amantes se esgueirarem
A vida seria perfeita
Mesmo quando eles chorarem





Se fosse possível domar o coração
Limpar a sujidade da mente
Não existiria incompreensão
Nem viveríamos inconfortavelmente





Se existisse o analgésico da poluição
Uma fórmula para amar
Encontraríamos também compreensão
Ninguém precisaria chorar





Do nada há esperança que renova
E o tempo pode ajudar
Pessoas ambiciosas
Perdoe-me se eu chorar





Coração é uma farsa
O pensamento é um achar
O mundo converteu-se em massas
Agora quem não irá chorar?


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